Estão a crescer as dúvidas sobre as possibilidades de Carlos Alcaraz defender o seu título do US Open, enquanto o espanhol continua a recuperar da lesão no pulso que já o afastou de Roland Garros e de Wimbledon.
O número dois do mundo não compete desde que sofreu a lesão durante o Open de Barcelona, em abril. Embora muitos esperassem o seu regresso durante o verão, têm surgido poucas informações oficiais sobre a evolução da sua recuperação, aumentando a especulação sobre quando voltará a competir.
Alcaraz apareceu recentemente num vídeo a bater ligeiramente na bola durante uma sessão de treino, oferecendo a primeira indicação pública de que retomou os treinos em campo. No entanto, a sessão pareceu ser limitada, sem sinais de que tenha regressado ao treino em intensidade máxima.
Com o US Open prestes a começar dentro de menos de dois meses, o tenista de 23 anos enfrenta uma corrida contra o tempo para recuperar totalmente a sua condição física. Um regresso antes de Nova Iorque exigiria provavelmente a participação num dos torneios ATP Masters 1000 no Canadá ou em Cincinnati para recuperar ritmo competitivo.
Relatos recentes sugerem que Alcaraz poderá adiar o seu regresso para mais tarde na temporada, dando mais tempo ao pulso para recuperar completamente em vez de correr o risco de uma recaída no último torneio do Grand Slam do ano.
Nem Alcaraz nem a sua equipa confirmaram essas informações, e ainda não foi anunciada qualquer decisão oficial sobre a sua participação no US Open. A natureza exata e a gravidade da lesão no pulso também não foram divulgadas publicamente.
O espanhol já tinha falado de forma positiva sobre a sua reabilitação, afirmando que acredita que os contratempos fazem parte do percurso de qualquer atleta profissional. Alcaraz disse que continua confiante de que melhores momentos chegarão quando regressar à competição.
Também agradeceu à sua família por o ajudar a manter a perspetiva durante todo o processo de recuperação. O campeão de cinco títulos do Grand Slam afirmou que o apoio da família lhe permitiu continuar a desfrutar do ténis sem pressão desnecessária durante este período difícil longe dos courts.
A ausência de Alcaraz foi fortemente sentida em Wimbledon, onde o bicampeão não pôde defender o seu título. A sua desistência retirou uma das maiores atrações do torneio e alterou significativamente o quadro de singulares masculinos.
Os adeptos do ténis aguardam agora novas atualizações nas próximas semanas, enquanto Alcaraz e a sua equipa decidem se poderá regressar em segurança a tempo da temporada norte-americana de piso duro ou se o seu regresso será adiado para mais tarde no ano.
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