A Comissão Nacional de Desportos (NSC) elogiou altamente a Equipa da Nigéria após o seu desempenho espetacular no Campeonato Africano Aberto de Para-Powerlifting de 2026 em Oran, Argélia. O contingente nigeriano terminou como primeiro vice-campeão no competitivo evento continental de quatro dias. Eles garantiram um grande total de 49 medalhas, que incluiu 32 de ouro, 12 de prata e cinco de bronze.
O Diretor Geral da NSC, Honorável Bukola Olopade, elogiou toda a delegação pela sua resiliência, disciplina e patriotismo ao longo do torneio. Ele descreveu a histórica participação como um momento de orgulho que demonstra perfeitamente a crescente dominância do país nos para-desportos globais. Olopade observou que os espetaculares recordes individuais estabelecidos durante a competição inspiraram milhões de cidadãos em casa.
O desempenho de destaque do último dia veio da campeã paralímpica Onyinyechi Mark na categoria feminina de 67kg. Ela entregou uma aula magistral ao quebrar tanto o recorde mundial quanto o africano para ganhar uma medalha de ouro histórica. A veterana halterofilista Folashade Oluwafemiayo também dominou o seu campo para garantir o ouro na divisão feminina de +86kg. No evento feminino de 50kg, Ajiboye Rukayat ganhou o ouro, enquanto a compatriota Anigbogu Chikordi Esther ficou com a prata.
O torneio contou com mais de 150 atletas de elite de 15 nações africanas, ao lado de competidores de topo do Irão e do Iraque. O Egito, potência do powerlifting, terminou no topo da classificação geral com 84 medalhas, compreendendo 47 de ouro, 28 de prata e nove de bronze. A nação anfitriã, Argélia, terminou em terceiro lugar, atrás da Nigéria, com 78 medalhas no total. O evento também serviu como um caminho de classificação crucial para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028.
O Honorável Bukola Olopade assegurou às federações desportivas um apoio financeiro e estrutural sustentado por parte do Governo Federal. Ele enfatizou que a comissão está empenhada em melhorar a capacidade humana e proporcionar o bem-estar adequado para os para-atletas. O chefe da NSC afirmou que os programas de treino estruturados continuarão a ser uma prioridade máxima para manter a classificação de elite do país.
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