O golfista nascido na África do Sul, mas criado em Eswatini, fechou a rodada final com 71 tacadas, uma abaixo do par. Visser havia iniciado o torneio com voltas de 66 e 68 tacadas e conseguiu manter a liderança até ao fim, apesar das condições mais difíceis na última rodada.
O seu jogo curto e o putting foram fundamentais para controlar a pressão. Um importante salvamento de par no nono buraco ajudou Visser a preservar a vantagem e a confiança durante a reta final da competição.
O campeão de 2026 também precisou resistir à forte reação do inglês Zachary Chegwidden, que procurava igualmente conquistar o seu primeiro título no Big Easy Tour. Visser, porém, manteve o foco e garantiu uma vitória marcante, oito anos depois do seu último triunfo profissional no extinto IGT Tour.
O título teve um significado especial porque Ezulwini foi o local onde Visser iniciou a sua trajetória no golfe. Ele atribuiu ao avô o mérito por tê-lo apresentado ao esporte, depois de inicialmente praticar rugby.
A King’s Cup voltou ao calendário do Betway Big Easy Tour após uma longa ausência e contou com a maior premiação da temporada, de R700 mil. O circuito funciona como uma competição de desenvolvimento do Sunshine Tour e conta, entre outros nomes, com o apoio da lenda sul-africana Ernie Els.
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