As discussões devem focar em estratégias de gestão de energia, incluindo técnicas de “lift and coast” e “super-clipping”, que redirecionam energia do motor de combustão para a bateria, às vezes reduzindo a velocidade do carro mesmo quando os pilotos desejam acelerar totalmente.
Embora as reuniões se estendam por várias semanas, nenhuma decisão imediata é esperada, já que mudanças de software e outros ajustes exigem análise detalhada.
As unidades de potência híbridas, equilibradas entre energia elétrica e combustão, trouxeram novos desafios táticos para os pilotos.
Agora, eles precisam modular cuidadosamente o acelerador e “deslizar” nas curvas de alta velocidade para recarregar as baterias de forma eficiente, alterando fundamentalmente sua abordagem de pilotagem.
Com o cancelamento das corridas de abril no Bahrein e na Arábia Saudita devido a conflitos regionais, a Fórmula 1 teve tempo adicional para avaliar o desempenho dessas mudanças significativas nas regras.
A FIA afirmou que revisões estruturadas são essenciais para coletar dados suficientes antes de fazer qualquer ajuste. A sessão de quinta-feira será limitada ao pessoal técnico, seguida por outra reunião uma semana depois.
Posteriormente, chefes de equipe, oficiais da FIA e a gestão da Fórmula 1 se reunirão em 20 de abril para analisar as propostas, que deverão ser votadas eletronicamente.
Apesar de alguns pilotos, como Max Verstappen, criticarem as regulamentações como “falhas”, outros acolheram a complexidade estratégica aumentada e as oportunidades de ultrapassagem. A próxima corrida, o Grande Prêmio de Miami, está marcada para 3 de maio, oferecendo mais um teste para possíveis ajustes.
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