As equipes de Fórmula 1, a FIA e principais partes interessadas do esporte aprovaram por unanimidade um conjunto de ajustes regulamentares de meio de temporada relacionados aos motores, com o objetivo de melhorar a qualidade das corridas e reforçar a segurança dos pilotos. As mudanças entrarão em vigor a partir do Grande Prêmio de Miami, em 3 de maio, após crescentes preocupações sobre a gestão de energia no novo regulamento das unidades de potência híbridas.
Esta temporada marca o início de uma nova era na Fórmula 1, com motores que apresentam uma divisão تقريبadamente igual entre energia elétrica e combustão. No entanto, os pilotos relataram problemas como a estratégia conhecida como “lift and coast”, em que reduzem a velocidade para economizar energia e recarregar a bateria, além de variações imprevisíveis de potência chamadas de “super-clipping”, que podem reduzir o desempenho mesmo com o acelerador totalmente pressionado.
Para resolver essas questões, a FIA confirmou que as regras de gestão de energia serão ajustadas, especialmente na classificação. As mudanças incluem a redução da quantidade máxima de energia que pode ser recarregada por volta e o aumento da potência elétrica máxima, incentivando uma condução mais constante em alta velocidade e reduzindo a necessidade de estratégias de economia de energia.
Nas corridas, serão introduzidas medidas adicionais para limitar diferenças súbitas de velocidade entre os carros, com restrições na potência de “boost” para melhorar a consistência e a segurança em disputas roda a roda. Um novo sistema também será testado para reduzir o risco de colisões na largada, causadas por diferentes padrões de aceleração entre os carros.
A entidade reguladora destacou que as alterações têm como objetivo equilibrar desempenho e segurança sem uma reformulação completa das regras atuais. Várias equipes e pilotos saudaram a decisão, descrevendo-a como uma resposta equilibrada às preocupações iniciais da temporada, preservando a integridade da nova era híbrida.
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