O presidente da UFC, Dana White, descartou as afirmações de que o campeão dos médios, Sean Strickland, tenha sido proibido de comparecer ao evento que a organização pretende realizar na Casa Branca.
O histórico card UFC Freedom 250 está programado para acontecer no gramado sul da Casa Branca durante o aniversário de 80 anos de Donald Trump. O evento faz parte das celebrações pelos 250 anos da independência dos Estados Unidos e tem potencial para se tornar um dos locais mais incomuns da história da UFC.
A polêmica surgiu na semana passada, quando Strickland afirmou que havia sido impedido de participar devido a comentários feitos anteriormente sobre Donald Trump, Israel e os Arquivos Epstein. O lutador sugeriu que suas declarações públicas influenciaram a decisão.
Entretanto, White negou categoricamente essas alegações durante uma aparição na mídia na terça-feira. Ele afirmou que Strickland não foi banido e destacou que as restrições de acesso estão relacionadas à capacidade limitada do evento, e não a qualquer medida disciplinar. Segundo White, apenas cerca de 4.300 ingressos estarão disponíveis, tornando a participação bastante restrita.
White também tratou o assunto com seu estilo bem-humorado característico, brincando que Strickland estava “banido da humanidade” antes de esclarecer que não existe qualquer proibição oficial. Ele acrescentou que o lutador frequentemente gera controvérsias por meio de seu comportamento e de suas declarações públicas, mas insistiu que nem Strickland nem qualquer outra pessoa foram formalmente excluídos do evento.
O dirigente da UFC também afirmou que nenhum atleta, profissional da imprensa ou até mesmo seleção de músicas para as entradas dos lutadores foi proibido, rejeitando as especulações de que a organização estaria impondo restrições aos participantes ligados ao evento.
Posteriormente, Strickland respondeu na plataforma X e manteve sua versão dos acontecimentos. O campeão dos médios afirmou ter recebido uma ligação informando que ele não havia sido liberado pela Casa Branca, alimentando ainda mais o debate sobre sua possível presença na cerimônia.
O desacordo acrescenta mais um capítulo ao histórico frequentemente controverso de Strickland. O lutador americano já foi alvo de críticas por comentários considerados ofensivos por muitos observadores, incluindo declarações sobre mulheres e grupos minoritários. Apesar da disputa pública, os dirigentes da UFC continuam insistindo que nenhuma proibição formal foi aplicada contra ele.
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