As equipes já revelaram seus novos carros. A Audi estreia com o R26, conduzido por Nico Hülkenberg e Gabriel Bortoleto. A Mercedes apresentou o W17, pilotado por George Russell e Kimi Antonelli, com design elegante e compacto.
O Aston Martin AMR26, primeiro carro de Adrian Newey para a equipe, será guiado por Fernando Alonso e Lance Stroll. A Ferrari SF26, com soluções inovadoras para o aerofólio traseiro, promete desafiar Charles Leclerc e Lewis Hamilton. Conceitos aerodinâmicos radicais e sistemas de gerenciamento de energia revisados tornam os testes de pré-temporada intrigantes e imprevisíveis.
As reações dos pilotos foram variadas. Alguns, como Lando Norris, demonstraram entusiasmo pelos desafios técnicos dos novos carros e acharam divertidas as reações do público. Outros, como Max Verstappen, expressaram preocupação de que a nova motorização e os requisitos de gerenciamento de energia possam reduzir a sensação pura de pilotagem, comparando a experiência a “Fórmula E com esteroides”. Muitos pilotos também destacam a curva de aprendizado, já que as equipes precisam se adaptar à aerodinâmica ativa, aos sistemas híbridos e à redistribuição de peso, ressaltando que estratégia e gestão de energia agora são tão cruciais quanto a velocidade.
A FIA e a liderança da Fórmula 1 pediram calma, enfatizando que a verdadeira medida dos carros será seu desempenho em pista quando a temporada começar. Os carros de 2026 representam uma grande evolução para o esporte, equilibrando inovação tecnológica, sustentabilidade e competitividade, enquanto provocam debates animados entre pilotos, equipes e fãs.
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