O presidente da FIFA, Gianni Infantino, confirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participará da cerimônia de entrega do troféu da Copa do Mundo na final marcada para 19 de julho, em Nova Jersey.
Em uma mudança em relação ao protocolo adotado nas últimas edições do torneio, o troféu será entregue ao capitão da equipe vencedora por Trump e Infantino em conjunto. Nas Copas do Mundo realizadas no Catar e na Rússia, a cerimônia de premiação foi conduzida exclusivamente pelo presidente da FIFA.
Ao comentar o plano para a final, Infantino afirmou que ele e Trump estarão presentes juntos no evento e entregarão o troféu à seleção campeã. O dirigente também destacou a estreita cooperação entre a FIFA e as autoridades norte-americanas enquanto os preparativos para o torneio seguem em andamento.
A decisão surge após a repercussão da final do Mundial de Clubes da FIFA realizada em Nova Jersey no ano passado, quando Trump participou da cerimônia de entrega do troféu após a vitória do Chelsea sobre o Paris Saint-Germain. Sua presença no palco durante as comemorações chamou atenção e gerou debates entre torcedores e observadores.
Embora as cerimônias recentes da Copa do Mundo tenham sido tradicionalmente conduzidas pela liderança da FIFA, existem precedentes históricos para a participação de chefes de Estado e monarcas. Em 1982, Juan Carlos I entregou o troféu ao capitão da Itália, Dino Zoff. Já após a final de 1966, o capitão da Inglaterra, Bobby Moore, recebeu o troféu das mãos de Elizabeth II.
A cerimônia de 2026 combinará, portanto, o protocolo moderno da FIFA com uma tradição histórica que ocasionalmente viu líderes nacionais participarem de um dos momentos mais emblemáticos do futebol mundial.
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