Os Leões de Teranga marcaram o gol da vitória logo no início da prorrogação, quando o meio-campista Pape Gueye acertou um chute impressionante no ângulo, levando jogadores e torcedores senegaleses à euforia. O gol definiu uma partida cheia de tensão, drama e momentos de grande controvérsia.
Nos minutos finais do tempo regulamentar, um pênalti a favor do Marrocos, revisado pelo VAR, provocou uma reação acalorada da equipe do Senegal. Sob a orientação do treinador Pape Thiaw, os jogadores senegaleses chegaram a deixar temporariamente o campo em protesto, interrompendo a partida por mais de dez minutos. O jogo foi retomado após discussões, mas Brahim Díaz desperdiçou a cobrança, com o goleiro senegalês Édouard Mendy fazendo uma defesa tranquila.
Apesar das tentativas do Marrocos de empatar, o jogo terminou 1-0 para o Senegal, impedindo que o país anfitrião conquistasse seu primeiro título desde 1976. A partida foi marcada pelo apoio apaixonado da torcida e por cenas dramáticas em campo, refletindo a intensidade e a importância da principal competição de futebol da África.
As comemorações se espalharam por todo o Senegal após a vitória, com torcedores saindo às ruas em Dakar e outras cidades. O presidente Bassirou Diomaye Faye parabenizou a equipe e anunciou um feriado público para celebrar o triunfo, destacando o efeito unificador da conquista.
Enquanto o Senegal celebrava, o treinador do Marrocos, Walid Regragui, e membros da imprensa expressaram insatisfação com os últimos momentos da partida, ressaltando a tensão e a controvérsia que marcaram o emocionante confronto. A final da CAN 2025 será lembrada não apenas pelo gol do Senegal na prorrogação, mas também pelos desdobramentos imprevisíveis e pelo drama intenso da partida.
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