Maxwell explicou que a Federação Escocesa concorda com a avaliação da UEFA de que existe atualmente uma falta de confiança na liderança da FIFA. A Escócia junta-se assim à Inglaterra, ao País de Gales e à República da Irlanda, que também retiraram o seu apoio a Infantino antes das eleições do próximo ano.
A oposição intensificou-se após o abandono do plano de Infantino para criar a FIFA Forward Enterprise, uma empresa comercial que teria como objetivo gerir os direitos das competições e de bilhética da FIFA. A proposta incluía a venda de uma participação a investidores privados e provocou fortes críticas de várias confederações de futebol.
A FairSquare também contestou a elegibilidade de Infantino para procurar um novo mandato, argumentando que os estatutos da FIFA limitam os presidentes a três mandatos de quatro anos. A organização contesta a decisão anterior da FIFA de não contabilizar o período de 2016 a 2019 de Infantino, alegando que essa interpretação enfraquece o objetivo das regras que limitam a duração dos mandatos.
Apesar da crescente oposição, Infantino continua a contar com um apoio significativo, sobretudo das confederações africana e sul-americana. A eleição presidencial da FIFA está marcada para março de 2027, sendo que os candidatos terão de entrar na corrida antes do prazo final de novembro.
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