Gbenga Elegbeleye, presidente da Nigeria Premier Football League (NPFL), apresentou uma visão ambiciosa para a principal divisão do futebol nigeriano, defendendo a introdução de um salário mínimo mensal de ₦1 milhão para os jogadores, como parte de reformas mais amplas destinadas a profissionalizar a liga.
O objetivo de longo prazo de Elegbeleye é transformar a NPFL em uma liga competitiva, credível e comercialmente viável, capaz de reter os melhores talentos locais, atrair investidores privados e se posicionar entre as principais competições nacionais da África. As principais áreas de foco incluem a melhoria dos padrões de arbitragem, a aplicação de uma disciplina mais rigorosa, o aumento da cobertura televisiva ao vivo e o alinhamento do calendário da liga com os padrões internacionais do futebol.
No centro de sua agenda está a proposta salarial, que, segundo ele, irá melhorar o bem-estar dos jogadores, elevar a qualidade de vida e reduzir a saída de talentos nigerianos para ligas estrangeiras de menor nível. “Uma melhor remuneração não só melhorará o bem-estar dos jogadores, como também fortalecerá a credibilidade, a competitividade e a atratividade comercial da NPFL”, afirmou Elegbeleye.
Ele reconheceu os desafios financeiros enfrentados pelos clubes controlados pelos estados, destacando a necessidade de maior investimento privado, parcerias comerciais e expansão do alcance das transmissões para apoiar as reformas salariais. As discussões sobre a implementação do salário mínimo de ₦1 milhão continuam, com uma abordagem faseada prevista em consulta com clubes e partes interessadas.
Apesar desses desafios, Elegbeleye mantém-se otimista de que reformas sustentadas, melhor governança e maiores oportunidades comerciais irão posicionar a NPFL para um crescimento e estabilidade de longo prazo.
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