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A liderança de Mané triunfa enquanto Brahim erra pênalti na decepção final do Marrocos na final da CAN

Posted : 20 January 2026

O Marrocos sonhava com seu primeiro título da Copa Africana de Nações em 50 anos, mas o destino tomou um rumo cruel quando Brahim Dias desperdiçou um pênalti crucial na final. O Senegal, liderado por Sadio Mané, manteve a compostura, superou a controvérsia e celebrou seu segundo ouro histórico na CAN.

O momento decisivo começou quando Youssef An-Nasiri entregou a cobrança de pênalti a Brahim Dias, um gesto simbólico reconhecendo seu talento e oportunidade. O estádio em Rabat prendeu a respiração, antecipando um gol histórico.

An-Nasiri, marroquino nascido e criado em Fez e produto da Academia Rei Mohammed VI, já havia marcado seu nome na história ao fazer o gol decisivo contra Portugal nas quartas de final da Copa do Mundo de 2022. Muitos argumentavam que ele era a escolha natural para bater o pênalti, dado sua experiência e profunda ligação com o futebol marroquino.

No entanto, Brahim Dias se adiantou para bater. Nascido em Málaga, filho de mãe espanhola e pai marroquino, Dias escolheu representar o Marrocos mais tarde em sua carreira. Meio-campista do Real Madrid e artilheiro do torneio, ele havia se destacado nos cinco jogos anteriores do Marrocos, mas seu foco estava no desempenho pessoal, não no legado nacional. Optando por uma cobrança estilo Panenka, Dias enviou a bola diretamente para as mãos do goleiro senegalês Édouard Mendy, erro que surpreendeu os torcedores e se tornou o momento decisivo da final.

A equipe marroquina também foi desestabilizada pela decisão confusa sobre o pênalti, agravada pelas revisões do VAR e por outras decisões controversas anteriores. O Senegal, por sua vez, quase abandonou a partida em protesto após um gol anulado, mas Sadio Mané interveio como líder calmo e decisivo. Ele convenceu seus companheiros a voltarem ao campo e se concentrarem, transformando uma possível derrota técnica em caminho para a vitória.

Após o pênalti perdido, o Marrocos sofreu mentalmente, e o Senegal aproveitou. Mané orquestrou o ataque vencedor, combinando com Idrissa Gaye e Pape Gueye, culminando em uma finalização potente que superou o goleiro marroquino Bono. A determinação e execução estratégica do Senegal ofuscaram a vantagem de jogar em casa e a torcida hostil.

A equipe senegalesa, que havia conquistado apenas um título da CAN em 2022, agora possui dois troféus em quatro edições, com Mané e o companheiro Abdoulaye Seck desempenhando papéis fundamentais nesse triunfo histórico. A vitória se destacou não apenas pela habilidade, mas também pela liderança, unidade e força mental sob extrema pressão.

Para os torcedores marroquinos, a frustração é enorme. O pênalti perdido por Brahim Dias, apesar de suas atuações heroicas no torneio, permanecerá como lembrança do que poderia ter sido — o primeiro título da CAN do país em meio século. Por outro lado, a abordagem disciplinada do Senegal, guiada pela autoridade calma de Mané, será lembrada como um dos maiores exemplos de liderança na história do futebol africano.

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