A seleção francesa de futebol chega à Copa do Mundo de 2026 como uma das principais candidatas ao título, após vencer o torneio em 2018 e terminar como vice-campeã em 2022. No entanto, a equipe número 1 do ranking mundial caiu em um Grupo I desafiador, que inclui Senegal, Noruega e o azarão Iraque.
A França tem um histórico recente impressionante em Copas do Mundo, chegando a quatro finais nas últimas sete edições e conquistando dois títulos. A final mais recente terminou em frustração no Catar, com derrota nos pênaltis para a Argentina, apesar do hat-trick brilhante de Kylian Mbappé.
Esta edição também marca a última Copa do Mundo sob o comando de Didier Deschamps, técnico da seleção desde 2012 e amplamente cotado para ser substituído por Zinedine Zidane.
Deschamps alertou contra qualquer tipo de complacência, lembrando o fracasso de 2002, quando a França, então campeã mundial, foi eliminada na fase de grupos sem marcar gols. A estreia contra o Senegal, em Nova Jersey, no dia 16 de junho, carrega grande peso histórico.
A França conta com um dos ataques mais temidos do futebol mundial, liderado por Mbappé, pelo vencedor da Bola de Ouro Ousmane Dembélé e por talentos criativos como Michael Olise e Rayan Cherki. Apesar da força do elenco, Deschamps insiste na dificuldade do grupo.
O Senegal chega ao torneio confiante após ter vencido a França no Mundial de 2002, resultado que marcou sua histórica campanha até as quartas de final. Liderados pelo veterano Sadio Mané, os senegaleses seguem como uma equipe experiente e perigosa.
A Noruega retorna à Copa do Mundo pela primeira vez desde 1998, impulsionada por uma geração de ouro liderada por Erling Haaland. Sob o comando de Ståle Solbakken, a equipe também conta com Martin Ødegaard e Alexander Sørloth.
A Noruega estreia contra o Iraque antes de enfrentar Senegal e França, com o aguardado duelo entre Haaland e Mbappé sendo o grande destaque do grupo.
O Iraque, por sua vez, chega como uma das seleções de menor ranking no torneio, mas garantiu sua vaga após uma longa campanha, incluindo vitória em uma repescagem intercontinental contra a Bolívia.
Apesar do status de azarão, o técnico Graham Arnold afirma que sua equipe vai encarar a competição sem medo, destacando que tudo é possível no maior palco do futebol mundial.
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