A Confederação Africana de Futebol (CAF) formou oficialmente o Comité de Supervisão PAMOJA para gerir a Taça das Nações Africanas de 2027. O Presidente Patrice Motsepe reuniu-se com altos funcionários governamentais e líderes do futebol do Quénia, Tanzânia e Uganda em Nairobi. Este torneio histórico será a primeira edição da competição a ser organizada conjuntamente por três países diferentes.
A reunião de alto nível resultou numa resolução conjunta assinada para garantir que as três nações permaneçam dentro do cronograma. Os principais participantes incluíram o Secretário do Gabinete de Desportos do Quénia, Salim Mvurya, e o Ministro da Tanzânia, Paul Makonda. O Ministro de Estado dos Desportos do Uganda, Peter Ogwang, também participou nas discussões estratégicas. Os presidentes das três federações nacionais de futebol juntaram-se a eles para confirmar o seu compromisso com o projeto regional.
Foi estabelecido um roteiro rigoroso com vários marcos críticos a serem atingidos até agosto de 2026. O comité focar-se-á na aceleração da construção de estádios e na melhoria das infraestruturas em toda a região da África Oriental. Irão também coordenar a logística transfronteiriça envolvendo vistos, alfândegas e imigração para garantir viagens tranquilas para os adeptos. Segurança, prontidão médica e confirmação oficial dos locais estão listadas como prioridades máximas para o novo órgão.
A CAF pretende levar os preparativos do torneio da fase de planeamento para a execução rápida. Este comité centralizado fornecerá direção estratégica e supervisão para todos os serviços operacionais. Inspeções recentes às instalações de treino propostas já ocorreram para garantir que cumprem as normas internacionais. Espera-se que o torneio de 2027 mostre a diversidade cultural e a hospitalidade da comunidade da África Oriental.
Patrice Motsepe expressou confiança no progresso feito pelas três nações anfitriãs durante a sua visita. Enfatizou que a colaboração entre a CAF e os governos levará a um torneio de sucesso. O órgão de supervisão reunir-se-á regularmente para monitorizar a entrega dos serviços essenciais do torneio. Este modelo centralizado foi concebido para evitar atrasos e garantir a responsabilidade total pelo evento histórico.
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