Foi uma semana conturbada para o Warri Wolves. A suspensão do Conselheiro Técnico Napoleon Aluma — sua segunda remoção na temporada — deixou o clube navegando em águas turbulentas. A decisão, apoiada pelo governo do Estado de Delta, ocorreu logo após uma dolorosa derrota por 4–2 para o Shooting Stars. Atualmente em 11º lugar na tabela e sem vitórias nos últimos três jogos (duas derrotas e um empate), os Wolves buscam desesperadamente estabilidade.
Os treinadores assistentes devem assumir interinamente, mas ainda não se sabe se isso gerará uma resposta imediata. Jogando no Estádio da Universidade de Ciência e Tecnologia do Estado de Delta em Ozoro, a equipe espera que o apoio da torcida inspire uma reação positiva.
Em contraste, o Barau FC vive uma das melhores fases da temporada. Sob o comando do novo treinador Eugene Agagbe, a equipe de Kano está invicta em seis jogos de liga, com duas vitórias e quatro empates. A disciplina tática e o sistema compacto de Agagbe fortaleceram a defesa e melhoraram a eficiência ofensiva.
O impacto da sua nomeação, após a saída de Ladan Bosso, já é visível, enquanto os “Maliya Boys” se afastam das dificuldades do início da temporada. Com a confiança elevada e a harmonia no vestiário restaurada, o Barau encara a viagem a Ozoro como uma oportunidade real de estender sua sequência invicta para sete jogos.
O confronto de domingo apresenta um clássico contraste:
Warri Wolves: em busca de identidade em meio à instabilidade gerencial.
Barau FC: estruturado, confiante e em crescente momento de forma.
Para os Wolves, esta partida pode marcar o início de uma recuperação ou aprofundar uma campanha já frustrante. Para o Barau, é mais uma chance de provar que sua ascensão não é por acaso. Uma coisa é certa: Ozoro promete tensão, intensidade e possivelmente mais um capítulo imprevisível na corrida da NPFL. Este jogo pode definir o rumo da temporada para ambos os clubes.
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